Tudo começou ainda nos anos 1990, com a ideia das cidades digitais. Afinal, grande parte da tecnologia envolvida por trás das cidades inteligentes está ligada às Tecnologias da Informação e Comunicação, as chamadas TICs. Porém, passadas quase três décadas, e apesar de todos os avanços, o conceito de cidades inteligentes ainda permanece em construção. Segundo o professor efetivo do Instituto Federal de Educação do Ceará (IFCE) e presidente da Fundação de Ciência, Tecnologia e Inovação de Fortaleza (Citinova), Cláudio Ricardo Gomes de Lima, cidades inteligentes são bem mais abrangentes. Ultrapassam a questão tecnológica. “Vivemos uma nova arquitetura social”, preconiza.

“Não é só tecnologia. Esta é apenas um caminho, um meio. O mais importante aí são as pessoas. Conectar pessoas, coisas e instituições. Assim, princípios como compartilhar, colaborar, criar, coordenar e coletar são fundamentais nessa nova arquitetura. Isso vai exigir de nós, enquanto cidadãos, habilidades como pragmatismo, agilidade, interatividade e capacidade de experimentar, errando o mais cedo possível e deixando de lado o que não faz sentido. Tudo isso faz parte do aprendizado pedagógico desse processo”, justifica o professor.

A matéria completa, que foi inspirada nas discussões da 2ª Escola de Verão em Inteligência Artificial do Iracema Digital pode ser acessada em:

https://www.trendsce.com.br/2021/03/03/cidades-inteligentes-tecnologias-a-favor-da-qualidade-de-vida/